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O Planejamento Estratégico Situacional é em si uma ferramenta de gestão. No entanto, o processo de mobilização e motivação decorrentes de sua adoção enquanto técnica de gestão pode e deve implicar em uma série de mudanças nas relações de trabalho. Na medida em que paramos para falar e ouvir, de forma sistematizada, saímos da rotina, mudamos de ambiente, refletimos melhor sobre nossas ações.  Pode-se refletir sobre os padrões de pensamentos já instituídos por força da rotina ditada pelas urgências e emergências comuns aos ambientes de trabalho com baixo nível organizacional e alto nível de tensão emocional. Este é, portanto, o seu grande diferencial: o fato do processo de construção do pensamento coletivo e seu conseqüente plano de ações, provocarem uma mudança de atitude. Quem de fato faz o planejamento são os planejadores. O método em si não tem vida própria. Tecnicamente, o método é relativamente simples de ser aplicado e absorvido. Sua metodologia pode ser transferida rapidamente e todos os participantes passam a dominá-la, não sendo assim um conhecimento particular aprisionado em modelos teóricos onde só os profissionais especializados podem compreendê-lo e utilizá-lo com maestria.

Se a este esforço realizado pelos planejadores somarem-se a vontade política dos principais dirigentes municipais, colheremos, em curtíssimo prazo, significativos frutos positivos para município. Sob o ponto de vista político, teremos mais unidade na ação e no pensamento; argumentos mais consistentes para informar a população, divulgando as ações do governo; a identidade política do projeto estará fortalecida. Do ponto de vista administrativo, as ações planejadas serão implantadas elevando a eficácia dos serviços públicos. Financeiramente, estaremos reduzindo custos, economizando tempo de horas trabalho e recursos financeiros com material de consumo e equipamentos, e finalmente, ter locais de trabalho mais agradáveis. 

Para tanto, é preciso buscar e praticar a compreensão de que o ato de planejar é realizado permanentemente. O planejamento só se completa na ação. Sob diversas fases e momentos, seja em reuniões, pequenos encontros ou mesmo em atividade de planejamento como os recém realizados e utilizando as ferramentas adequadas de gestão, fiscalização e cobrança efetiva do que foi combinado e planejado. Por isto, o processo de incentivo e motivação de todos os planejadores e o efetivo funcionamento do Grupo Gestor é tão necessário para que este momento possa consolidar-se e produzir os frutos positivos que tanto desejamos.

 

Renato Clepf
Diretor do Instituto Rede Pesquisa e Planejamento

 

 

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