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Um professor de ciências de um colégio queria demonstrar um conceito aos seus alunos. Ele pegou um vaso de boca larga e colocou algumas pedras dentro. Então perguntou para a classe:

– Está cheio?

Unanimemente responderam:

– Sim!

O professor então pegou um balde de pedregulhos e virou dentro do vaso. Os pequenos pedregulhos se alojaram entre as rochas grandes. Então perguntou aos alunos:

– E agora, está cheio?

Desta vez alguns estavam hesitantes, mas a maioria respondeu:

– Sim!

O professor então pegou uma lata de areia e começou a derramar dentro do vaso. A areia então preencheu os espaços entre os pedregulhos. Pela terceira vez o professor perguntou:

– Então, está cheio?

Agora a maioria dos alunos estava receosa, mas novamente muitos responderam:

– Sim!

O professor então mandou buscar uma jarra d’água e jogou-a dentro do vaso. A água saturou a areia. Neste ponto, o professor perguntou para a classe:

– Qual o objetivo desta demonstração?

Um jovem e brilhante aluno levantou a mão e respondeu:

– Não importa quanto a “agenda” da vida de alguém esteja cheia, ele sempre conseguirá “espremer” dentro mais alguma coisa!

– Não, respondeu o professor.

– O ponto é o seguinte: a menos que você coloque as pedras grandes em primeiro lugar dentro do vaso, nunca mais as conseguirá colocar dentro. As pedras grandes são as coisas mais importantes da vida das pessoas e das instituições: a família, os planos estratégicos, os amigos, o crescimento pessoal e institucional. Se as pessoas e instituições preencherem suas agendas somente com coisas pequenas, como demonstrei com os pedregulhos, com a areia e a água, as coisas realmente importantes nunca terão tempo, nem espaço em suas vidas.

 

Adaptado do texto de José Emilio Menegatti

 

 

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