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Caso 1 (baseado em fatos reais)

O cenário pré campanha eleitoral era:

  • Prefeito candidato à reeleição
  • Candidato oposição 1
  • Candidato oposição 2

O candidato prefeito faz a pesquisa e descobre que, ao contrário de sua “intuição” que estimava uma “boa vantagem” em relação aos outros candidatos, o percentual de eleitores que intencionavam votar nele o deixava na lanterna da disputa. Imediatamente, após se restabelecer do susto provocado pelos números da pesquisa, o candidato prefeito decide coligar-se com o candidato da oposição 2 que tinha o dobro dos seus votos, oferecendo-lhe a vaga de vice prefeito. Ganhou a eleição tendo seu principal concorrente na sua própria chapa de vice.

Obviamente que uma pesquisa deve, necessariamente, ser mais ampla do que simplesmente identificar quem “está ganhando”. Mas, o objetivo deste texto foi mostrar de forma direta como a informação sistematizada e confiável pode ser fator importante na definição da derrota ou vitória em um pleito eleitoral. No relato acima, a informação no tempo certo levou o candidato a tomar uma decisão tática (aliar-se ao principal opositor ou aquele que tinha mais votos ameaçadores) e conseqüente posicionamento estratégico em relação ao cenário político eleitoral.

Pesquisas servem, em primeira instância, para tomar decisões!

Detalhe importante: o então candidato da oposição, que se tornou o vice na chapa da reeleição, não sabia da existência da pesquisa ou pelo menos das informações produzidas por ela. 

 

Renato Clepf
Diretor do Instituto Rede Pesquisa e Planejamento

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