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Planejar é preciso!

“Cada ator tem um posto de jogo e observação da realidade que lhe permite ver algumas coisas e lhe oculta outras.”

Carlos Matus
Criador do método do Planejamento Estratégico Situacional – PES

Consultoria pedagógica no projeto educacional no setor público ou de escolas particulares específicas, especialmente nos temas a seguir:

 

PROPOSTA DE CONSULTORIA EM INCLUSÃO PEDAGÓGICA

A Consultoria de Inclusão oferece a escola:

  • Propostas didáticas e pedagógicas ligadas ao fazer do professor;
  • Treinamento aos professores para elaboração de aulas, exercícios, técnicas de ensino e remodelação de avaliações de acordo com as necessidades percebidas na sala de aula;
  • Atendimentos a equipe pedagógica e professores em reuniões ou módulos de presença para adaptações curriculares na elaboração dos planejamentos;
  • Acompanhamento das avaliações psicopedagógicas realizadas por profissionais externos com reconduções didáticas individualizadas;
  • Melhor aproveitamento do material didático disponível na escola para os alunos com necessidades individuais;
  • Propostas concretas e exequíveis à realidade da escola e às capacidades de seus professores;
  • Oportunidade de revisitar práticas didáticas assertivas e eficientes e abandonar práticas ineficientes e ultrapassadas, focadas nas deficiências dos alunos e não em suas habilidades e potencialidades.
  • Treinamento aos professores que demandam maior atenção nas adaptações didáticas;
  • Acompanhamento na elaboração dos planejamentos curriculares com atenção às necessidades especiais;
  • Adaptações de aulas em diferentes linguagens no atendimento às necessidades dos alunos e suas diferentes formas de aprender;
  • Diálogo com a equipe de gestão pedagógica voltada para os resultados qualitativos de todos os alunos com análise das avaliações praticadas nas salas de aula;
  • Consultoria à equipe de gestão pedagógica nas adaptações das avaliações e na aplicação os instrumentos avaliativos estabelecidos pelo sistema educacional da instituição.

A Consultoria de Inclusão não é atendimento psicopedagógico individualizado a estudantes, nem tampouco atendimento psicopedagógico institucional, que visam tratar questões individualizadas, focadas nas deficiências.

 

POR QUE CONTRATAR UMA CONSULTORIA ESPECIALIZADA EM INCLUSÃO PEDAGÓGICA?

As adaptações curriculares de pequeno e médio porte: como proporcioná-las no dia-a-dia aos nossos alunos:

O que fazer concretamente pelos alunos que demonstram necessidades individuais no espaço da sala de aula, com inúmeras deficiências de aprendizagem como as deficiências físicas, intelectuais, ou simplesmente aqueles não aprendem no tempo estabelecido pelo professor?

Atualmente, o espaço educacional proporciona a todos os alunos condições de aprendizagem equitativas, ou seja, oportunidades iguais para todos os alunos independentemente de suas características físicas, dificuldades pessoais e intelectuais. Partindo desse pressuposto, seria correto afirmar que tratar os “diferentes”, de forma igualitária durante o processo educativo, é elevar o nível de dificuldade daqueles que não compreendem as informações da mesma maneira, ou que possuem estilos diferentes de aprendizagem. Daí a amplificação das distâncias entre os resultados qualitativos dos alunos.

 

ISSO É PRATICAR A PEDAGOGIA DA INCLUSÃO?

Uma vez o aluno dentro da sala de aula ele apresentará inúmeras dificuldades que não foram planejadas pela escola…

Sabendo que dificuldades todos as têm, somente aceitar com carinho, promover o respeito às diferenças e criar um espaço de práticas solidárias é pouco para quem já tem tantos obstáculos a serem transpostos. Hoje não mais se pode recusar a matricula de um aluno porque apresenta deficiências físicas ou intelectuais. Mas, se o aceitamos, o que podemos fazer para sua educação e aprendizagem, já que esse campo é tão desconhecido e exige mudanças de rotas e paradigmas?  Que respostas dar aos pais que procuram a escola em busca de qualidade, aceitação e desenvolvimento para seu filho e percebem ao longo do processo, que suas expectativas não estão sendo atendidas?

Existem também alunos, dentro do espaço da sala de aula que apresentam inúmeras dificuldades em aspectos da aprendizagem que passam “despercebidas” por seus professores, no dia-a-dia. A essas dificuldades são dados vários nomes como: lentidão, distração, ausência de perfil para a escola, e assim, de acordo com as práticas didáticas empregadas pelo professor, são promovidas as imperceptíveis exclusões, as quais podemos chamar de “notas baixas”, ”possível reprovação”, “inadequação à escola”, ou o pior, ”o pede pra sair”, tão cotidianamente usado nas brincadeiras entre os alunos.

Algum caminho a escola deve propor a seus professores para solucionar essas dificuldades e trazer para si a responsabilidade de ensinar a todos os alunos. É de responsabilidade da escola, promover a adaptação de todos os seus estudantes, em quaisquer que sejam as suas dificuldades. É tarefa da escola, praticar a inclusão em todos os seus aspectos, principalmente, melhorando a qualidade do atendimento a seus estudantes no âmbito da sala de aula, na acessibilidade a todos os meios físicos e tecnológicos de que a escola dispõe.

A Consultoria Pedagógica de Inclusão propõe desenvolver juntamente com a equipe técnica pedagógica da escola, meios para atingir a aprendizagem dos alunos que apresentam, em graus diferentes, dificuldades de retenção de conteúdos, de exercitar a aprendizagem e revelar os conhecimentos através da avaliação.

As adaptações curriculares de pequeno, médio e grande portes devem ser oferecidas a todos os professores e praticadas na sala de aula como um processo continuo que assegura aos alunos oportunidades iguais, mas de maneiras diferenciadas e ajustadas a individualidade dos estudantes, focadas em suas facilidades e potencialidades.

 

PLANO DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (PDE)

Os desafios enfrentados pelas escolas públicas em sua elaboração.

 

O Ministério da Educação desenvolveu na última década, documentos importantes de elaboração de planos de metas anuais, bienais e até mesmo decenais que visam à sistematização dos processos empregados nas gestões escolares. Esses documentos apontam para análises situacionais que revelam em sua natureza as fragilidades e potencialidades de nossas escolas em todos os setores de sua atuação: ensino, aprendizagem, gestão administrativa, relacionamento com a comunidade e resultados em avaliações sistêmicas. Assim, o Ministério classifica as unidades escolares em seu parâmetro de excelência. Para o MEC, escola de qualidade não é somente aquela que ensina bem, mas sim, aquela que ensina e modifica com suas práticas a realidade do lugar de inserção.

Os documentos enviados pelo MEC às escolas deveriam ser norteadores técnicos a serem seguidos com rigor, pois consistem em práticas experimentadas e balizadas por institutos de planejamentos estratégicos que atendem as demandas e necessidades do Ministério da Educação e o supre de informações e dados acerca do desenvolvimento educacional em nosso país.

O que vemos na prática, porém, é a falta de capacitação das equipes de gestão escolares para interpretar os documentos e colocá-los em prática. Seguir as normas técnicas de pesquisa, análise e tabulação de dados, bem como, interpretar os resultados e transformá-los em ações cotidianas ou pontuais em seus projetos Políticos Pedagógicos, é uma das tarefas mais difíceis para a escola.

Os desafios enfrentados num ambiente escolar estão muito além, para as equipes gestoras, que a de incluir famílias e estudantes num processo de discussão de melhoria de qualidade. A gestão das rotinas, o enfrentamento dos conflitos e das dificuldades do processo educativo como as deficiências na aprendizagem, necessidades de inclusão, adaptações curriculares, violência, avaliações sistêmicas se tornam tarefas exaustivas, que no dia-a-dia se perdem e deixam de ser fator predominante na reflexão das equipes escolares. O enfrentamento fica no âmbito da “queixa” e das soluções simplórias, que na maioria das vezes não são computadas como ações assertivas. E assim, tornam-se “apagadores de incêndio”, que estão mais preocupados em manter a escola funcionando, que resolver de maneira efetiva e eficaz os seus problemas.

Essas práticas de gestão deixam o processo de análise e busca de soluções em conjunto, para segundo plano, sendo retomadas somente quando as exigências de sistematização passam a estar atreladas a destinação de novas verbas para a escola.

As equipes gestoras educacionais não estão preparadas para interpretar os documentos de elaboração de planos escolares, pois isso requer tempo, estudo, planejamento, discussão, reflexão, pesquisa, análise de situação, debates de ideias, elaboração de planos de atuação setoriais, divisão de responsabilidades, retomada de práticas assertivas e abandono de paradigmas ultrapassados. Junte-se a isso a formação deficitária de profissionais da educação, que não priorizam o conhecimento analítico, observador, embasado nas teorias mais contemporâneas dos processos educacionais que deram certo.

Assim, torna-se necessário colocar em prática efetiva os métodos de elaboração dos planos de desenvolvimento das escolas em todos os seus aspectos técnicos, buscando o resgate desse importante documento como norteador de análises que gerarão resultados consistentes e relevantes para o desenvolvimento da unidade escolar.

A Rede Pesquisas e Planejamento oferece à sua escola a possibilidade de organização do processo de elaboração do plano de desenvolvimento de sua escola, o pode, dentro dos padrões técnicos exigidos pelo MEC e da nova proposta de análise dos resultados educacionais.

A atuação da consultoria será em todos os campos técnicos, deixando para a escola o papel de agregar todos os seus integrantes e parceiros nessa discussão.

O papel político e social das escolas reside em sua capacidade de mobilizar a sociedade em seu entorno na busca das soluções viáveis para os seus problemas, na equação entre as complexidades sociais e os desafios oferecidos pelas crescentes mudanças, no redirecionamento dos rumos de trabalho e principalmente no novo olhar para o seu estudante.

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